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Um relato de testemunha afirmou que as forças dos Estados Unidos teriam usado uma arma sônica poderosa durante a operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro na Venezuela. A alegação, descreve efeitos como sangramento nasal e vômito de sangue, levantando especulações sobre tecnologias avançadas de combate.

Um soldado venezuelano relatou que as forças norte-americanas teriam empregado uma arma secreta sônica avançada no ataque que capturou o presidente Nicolás Maduro no início de janeiro. 

Segundo esse relato, a suposta arma sônica teria gerado ondas de som tão intensas que soldados venezuelanos teriam começado a sangrar pelo nariz e vomitar sangue, ficando incapazes de se mover ou resistir à investida. 

O testemunho foi compartilhado pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em redes sociais, o que ajudou a divulgar a narrativa, apesar de autoridades norte-americanas não confirmarem oficialmente o uso dessa arma sônica. 

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O relato fala de efeitos imediatos e graves: enquanto drones e helicópteros faziam a cobertura, algo descrito como “onda sonora intensa” teria incapacitado os defensores antes que as forças norte-americanas tomassem rapidamente posições estratégicas e neutralizassem a resistência. 

Especialistas alertam, entretanto, que não há confirmação independente de que uma arma sônica tenha sido usada na operação. Algumas tecnologias de energia direcionada são objeto de pesquisa militar há anos, mas provas públicas de uso em combate são escassas e muitas vezes envolvem relatos não verificados. 

A divulgação dessa narrativa gerou repercussão nas redes e na imprensa internacional, com reações críticas de alguns usuários que classificaram a hipótese de arma sônica como sensacionalista ou pouco provável, dadas as limitações tecnológicas conhecidas publicamente. 

Até o momento, o governo dos Estados Unidos não confirmou ou detalhou a utilização de tecnologia não convencional na operação, e as descrições sobre a arma sônica permanecem sem verificação independente por veículos de imprensa tradicionais ou agências oficiais.

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