18/04/2026 – Ataques em Ormuz / UE em guerra / Expurgo na Venezuela

1. Irã ataca navios em Ormuz / 2. Bruxelas testa defesa mútua após ataques ao Chipre / 3. Delcy Rodríguez consolida poder com expurgo de aliados de Maduro.
EUA flexibilizam sanções ao petróleo da Venezuela

O Exército de Israel decidiu lançar uma operação terrestre no sul do Líbano contra o Hezbollah, visando destruir instalações militares e responder a ataques recentes.
EUA preparam acusação de corrupção contra Delcy Rodriguez

Objetivo do governo Trump é garantir apoio da presidente interina da Venezuela para o controte norte-americano controle sobre petróleo e extradição de aliados de Maduro. Trump nega, mas pressão em Caracas aumenta.
Senado dos EUA questiona Rubio sobre operação e futuro em Caracas

Marco Rubio defende no Senado a política dos EUA para a Venezuela, destaca cooperação com novos líderes e nega intenção de mais ação militar.
Como o petróleo da Venezuela sustenta empréstimos chineses em meio à crise

Venezuela deve entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões à China em dívida atrelada a petróleo, e controle dos fluxos de crude pelos EUA complica pagamentos.
Caracas e Washington: o retorno das exportações de petróleo e o efeito geopolítico

Venezuela recebe US$300 milhões em vendas de petróleo aos EUA, marcando a retomada parcial das relações energéticas após anos de sanções.
Petróleo venezuelano atrai, mas insegurança jurídica trava gigantes do setor

Trump pressiona por investimentos bilionários no petróleo da Venezuela, mas grandes petroleiras veem riscos legais e econômicos elevados.
Cofre de Guerra #1: A economia venezuelana sob lentes imperfeitas
32 corpos retornam a Cuba após ataque dos Estados Unidos na Venezuela

Cuba recebeu os restos mortais de 32 oficiais mortos durante uma operação dos Estados Unidos na Venezuela, intensificando a crise diplomática entre Havana e Washington.
Prisão de Maduro escancara contradições da política francesa

Ofensiva dos Estados Unidos contra Maduro expõe divisões na política francesa. Reações vão das críticas à ação norte-americana ao silêncio conveniente sobre Rússia e China.
