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Uma milícia anti-Hamas afirmou ter matado um policial sênior do Hamas na Faixa de Gaza, alvo em Mawasi perto de Khan Younis. O grupo ameaçou novos ataques, ressaltando a tensão interna no enclave.

O líder de uma milícia palestina anti-Hamas afirmou que seu grupo matou um policial sênior do Hamas no sul da Faixa de Gaza nesta segunda-feira. A reivindicação foi feita em um vídeo publicado pelo chefe do grupo e reproduzido por mídias internacionais. 

Segundo a declaração, o grupo — que opera em áreas sob controle israelense a leste de Khan Younis — assumiu a responsabilidade pela morte do tenente-coronel Mahmoud Al-Astal, chefe da polícia investigativa em Khan Younis. O comandante da milícia disse, no vídeo, que o ataque foi deliberado e que outros oficiais do Hamas também seriam alvos.

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O ataque ocorreu em Mawasi, região próxima ao litoral de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. Autoridades do ministério do interior administrado pelo Hamas afirmaram que Al-Astal foi morto em um tiroteio a partir de um carro em movimento, descrevendo os agressores como “colaboradores com a ocupação”. 

No vídeo de reivindicação, o líder da milícia segurava um rifle e ameaçou continuar mirando integrantes do Hamas, uma organização que detém o controle político e militar de grande parte de Gaza. O grupo disse que as armas exibidas eram “espólios” de confrontos com combatentes do Hamas. 

O incidente destaca a presença crescente de grupos armados anti-Hamas na Faixa de Gaza, alguns dos quais alegam apoio indireto de Israel. Fontes israelenses negaram envolvimento direto em operações desse tipo, embora o ambiente de segurança permaneça tenso com a fragmentação de lealdades e controle territorial.
 
A morte de um oficial de alto escalão do Hamas ocorre em meio a um cenário de instabilidade prolongada no enclave, mesmo após a trégua formal que entrou em vigor em outubro de 2025, e sublinha os desafios de segurança e coesão interna enfrentados pelo grupo militante.

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