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Ataques de EUA e Israel ao Irã dividem capitais europeias e provocam críticas de Washington, ampliando pressão sobre a unidade da UE.

Imagem: Emmanuele Contini/NurPhoto

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A União Europeia (UE) ativou seu “modo crise” após os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Enquanto Bruxelas convocava reuniões emergenciais e pedia contenção, divergências entre capitais europeias vieram à tona. A escalada militar expôs fraturas internas e ampliou o desgaste na relação com Washington.

A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, classificou o momento como “perigoso”. Ursula von der Leyen afirmou ser “da máxima importância” evitar nova escalada.

França, Alemanha e Reino Unido declararam não ter participado das ofensivas, embora tenham condenado os contra-ataques iranianos. A Espanha criticou a ação como unilateral, enquanto República Tcheca e Ucrânia adotaram postura mais alinhada aos EUA.

A reação europeia provocou críticas em Washington. O senador Lindsey Graham acusou a Europa Ocidental de ter se tornado “pateticamente branda” diante de Teerã.

A censura pública pontua a distância cada vez maior entre os aliados históricos.

VISÃO WOW

A crise iraniana funciona como teste de estresse para a política externa europeia.

A UE tenta sustentar duas posições simultâneas: preservar a aliança com os Estados Unidos e evitar envolvimento direto em uma guerra regional de alta intensidade.

O problema é que, quando decisões militares são tomadas fora do seu perímetro de influência, a margem de manobra de Bruxelas encolhe.

Na esteira das notícias da morte do Líder Supremo do Irã, o bloco teme também a instabilidade prolongada gerada por um eventual vácuo de poder. Para a Europa, isso significa risco energético, pressões migratórias e novas tensões de segurança.

Se o conflito resultar efetivamente em mudança de regime ou fragmentação interna em Teerã, a unidade europeia será novamente colocada à prova.

E, desta vez, sob pressão não apenas da conjuntura no Oriente Médio, mas também de um (ex) amigo íntimo.

SUA VISÃO

A União Europeia conseguirá manter autonomia estratégica ou será forçada a um alinhamento integral com Washington?

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