Como o petróleo da Venezuela sustenta empréstimos chineses em meio à crise

Venezuela deve entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões à China em dívida atrelada a petróleo, e controle dos fluxos de crude pelos EUA complica pagamentos.
EUA deixam OMS após 80 anos e levam o financiamento junto

Estados Unidos concluem saída da OMS, citando custos, soberania e falhas na Covid. Washington promete atuação global via acordos bilaterais para suprir lacunas
Alemanha quer poder militar para enfrentar nova ordem internacional

Chanceler alerta que Europa precisa cortar burocracia e investir em defesa diante da disputa global e da crescente importância estratégica do Ártico.
França intercepta petroleiro russo suspeito de burlar sanções no Mediterrâneo

França e Inglaterra interceptam petroleiro russo sancionado no Mediterrâneo, suspeito de operar com falsa bandeira para driblar sanções e financiar guerra.
Zelensky anuncia negociações trilaterais entre Ucrânia, EUA e Rússia nos Emirados

Zelensky anuncia negociações trilaterais entre Ucrânia, EUA e Rússia nos Emirados Árabes após reunião com Trump em Davos.
Cooperação mexicana com os EUA continua, apesar de tensões sobre extradições

México extradita 37 líderes de cartel aos EUA e presidente Sheinbaum diz que foi uma decisão soberana, orientada por segurança nacional.
Pequim injeta bilhões para reviver consumo doméstico

China lança programa bilionário para estimular consumo interno e admite desequilíbrio econômico após anos dependente de exportações e superávits recordes.
Caracas e Washington: o retorno das exportações de petróleo e o efeito geopolítico

Venezuela recebe US$300 milhões em vendas de petróleo aos EUA, marcando a retomada parcial das relações energéticas após anos de sanções.
Alemanha desmonta rede de espionagem russa em seu setor de Defesa

Pequim reduz a quase a metade seus empréstimos à África em 2024. Recalibrando sua estratégia, o país abandonou megaprojetos em dólar e avançou no uso do yuan.
China enxuga empréstimos à África após prejuízos

Pequim reduz a quase a metade seus empréstimos à África em 2024. Recalibrando sua estratégia, o país abandonou megaprojetos em dólar e avançou no uso do yuan.
